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Lista: três cruzamentos bibliográficos

Isto é um blog acadêmico?

Este não é meu primeiro diário na Internet. Paralelamente a minha experiência de mais de dez anos de sítio no Geocities, flertei com o formato em outros projetos. Houve a novela interativa, houve a crítica cultural em São Paulo (em parceria com Fernando Pacheco, do Podcast do Belmondo), coisa de pouca duração.

Quando o Geocities acabou, em 2009, planejei algo como este blog, um arquivo construído no tempo de acordo com os eventos, não necessariamente com a arquitetura hierárquica do sítio. Coincidentemente, uma de minhas disciplinas no primeiro semestre no TIDD sugeria a postagem de tarefas em blog, o que inaugurou este novo depositório internético. Eu já sabia que o WordPress recebia páginas; neste semestre, por exemplo, abri uma para meus colegas do curso de educação em ambientes virtuais.

Segue-se que este é um blog acadêmico? Os parágrafos anteriores mostram bem seu caráter pessoal. Vamos resolver essa contradição com…

Lista: três cruzamentos bibliográficos

Benjamin contempla alegoria e narração

Walter Benjamin fala da narrativa de modo que interessa tanto ao estudioso de jogo quanto ao alegorista. Para o debate sobre a interatividade da narrativa no jogo, “O narrador” é invocado frequentemente. Este aluno trouxe da filosofia a leitura de “Origem do drama barroco alemão” muita ideia sobre alegoria.

Caillois passa por Huizinga e Morin

Em Os jogos e os homens, Roger Caillois retoma o trabalho ludológico de Huizinga, especialmente em sua visada antropológica. É por aí que encontra Edgar Morin, citando As estrelas.

Embora Morin seja recorrente na universidade brasileira, não é frequente em minha alma mater. Assim, não esperava que essa figura da bibliografia puquiana (pela teoria da complexidade) aparecesse em brincadeiras daquela outra linhagem.

Freire na política e no jogo eletrônico

Mas Paulo Freire eu não esperava encontrar em caras que usam jogo de computador na escola nos EUA. James Paul Gee o inclui. Gee trabalha bem o pressuposto de que a política é uma necessidade prática, não uma opção. Na educação e na comunicação inclusive, evidentemente.

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