Coisas bacanas em 2019

•2019/12/20 • Deixe um Comentário

Uma pequena coleção de imagens do ano para mim.

O Purposyum, projeto de jogo colaborativo iniciado em 2018 com alunos da ETEC Parque da Juventude, foi testado (na foto, uma partida no SESC Guarulhos) e desenvolvido como produto!

A Rede Brasileira de Estudos Lúdicos proporcionou os melhores jogos com as melhores companhias. Nem vou falar do FAEL, senão vai longe.

As hortas no Centro Cultural São Paulo e em casa renderam frutos e encontros.

Os alunos da Méliès produziram jogos legais, como era esperado.

 

 

Clipping sobre o VI FAEL

•2019/11/28 • Deixe um Comentário

Espero que este sítio sirva às pessoas que aqui chegam pelos mecanismos de busca… a mim tem servido muito bem como repositório. Por isso, guardo aqui algumas menções ao VI Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos, meu grande orgulho de 2019!

 

São Paulo Play Week e uma epistemologia do brincar

(Podplay podcast)

 Neste primeiro programa, discutimos a São Paulo Play Week, grande evento (entre 28/11 – 08/12) que ocorre em São Paulo, em parceria com a rede mundial Games for Change na América Latina. Serão mais de 20 atividades espalhadas para públicos distintos interessados na era lúdica, com eventos para escolas, universidades, fórum acadêmicos, jogos para Pets, lançamentos e concurso de jogos, diversos workshops, etc.

Para o primeiro programa, trabalhamos com quatro convidados: Prof. Ciro Inácio Marcondes (Universidade Católica de Brasília) – É professor, crítico e pesquisador de Histórias em Quadrinhos e Cinema. Professor no curso de Comunicação e no Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica de Brasília. É o editor do site http://www.raiolaser.net, especializado em crítica de Histórias em Quadrinhos. Nosso host! Hoje vai apenas apresentar e nortear a discussão. Prof. Gilson Schwartz – Professor Livre-Docente do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes e do Programa Interdisciplinar “Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades” do Núcleo de Pesquisa Diversitas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, Criador e Coordenador do grupo de pesquisa “Cidade do Conhecimento” desde 1999. Um dos maiores especialistas em Economia Criativa do Brasil. Prof. Ernane Guimarães Neto é presidente da Rede Brasileira de Estudos Lúdicos, professor na Faculdade Méliès e autor de “Narrativas e Personagens para Jogos” (ed. Érica, 2014). Profa. Florence Dravet é formada em Letras pela universidade Paul Valéry em Montpellier na França. Fez Mestrado e Doutorado em Ciências da Linguagem na Universidade de Paris 3 Sorbonne Nouvelle na França. Atualmente, é professora da Universidade Católica de Brasília onde coordena o Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa. Concentra suas pesquisas nos estudos do Imaginário, da Transdisciplinaridade e da Complexidade

 

Silvia Rodrigues aluna do 2º semestre GNI manhã da Fatec Sebrae apresenta artigo na USP

3 de dezembro de 2019

Parabéns a Silvia Rodrigues aluna do 2º semestre GNI manhã da Fatec Sebrae pela apresentação do excelente artigo: ” Os Jogos como construções psicoculturais” no VI FAEL – Fórum de Estudos Lúdicos.

 

Silvia Rodrigues aluna do 2º semestre GNI manhã da Fatec Sebrae apresenta artigo na USP

 

São Paulo Play Week, um jeito de mudar o mundo brincando

https://noticias.r7.com/educacao/sao-paulo-play-week-um-jeito-de-mudar-o-mundo-brincando-28112019

Um convite a criação de jogos de impacto social, essa é a principal proposta da São Paulo Play Week, evento que ocorre na Universidade de São Paulo a partir desta quinta-feira (28) até o dia 8 de dezembro. A programação completa está disponível no site.

A partir do tema Acessibilidade, Diversidade e Justiça estudantes, jovens e todos os interessados são convidados a criar games, jogos e brincadeiras que possam ser usados como meio de transformação social.

O evento é organizado pela rede mundial “Games for Change” na América Latina em parceria com a Etec Parque da Juventude, e com a coordenação do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento da USP. Também conta com o apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

Professor Gilson Schwartz, o organizador do evento

Professor Gilson Schwartz, o organizador do evento

Divulgação

“O ponto de partida foi um Prêmio concedido pela ONU (Organização das Nações Unidas), em uma campanha que promovia a Educação para a Justiça”, explica Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes e coordenador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento da USP, responsável pela realização da São Paulo Play Week.

“Em tempos de violência e intolerância, o jogo é um caminho para discutir com os jovens assuntos que muitas vezes são considerados ‘caretas’ e os games também celebram a interação e a criatividade”, avalia o professor.

Junto com os estudantes da Etec do Parque da Juventude foi criado o jogo não-digital “Purposyum, Challengers of Justice”. A ideia é resgatar os jogos de tabuleiro ou de cartas, que são acessíveis a todos — não precisa de uma conexão de internet, por exemplo — e podem ser jogados em grupo. O “Purposyum, Challengers of Justice”, desenvolvido pelo grupo, foi um dos dez projetos selecionados pela ONU. “Foi um ano de trabalho para discutir a questão da justiça e refletir sobre o tema.”

Neste jogo de cartas que será lançado no evento, só existe um vencedor se todos ganharem. Uma alusão de que a Justiça é para todos.

São Paulo Play Week

Durante os 10 dias, serão realizadas palestras, oficinas, vivências, game jams (maratona de criação de brinquedos e de games digitais ou analógicos), minicursos e sessões de pitching voltadas à criação de jogos, games ou brinquedos, entre outras atividades.

“Os jovens terão a oportunidade de participar de uma palestra e depois colocar a mão na massa para desenvolver um game em uma oficina”, explica Schwartz.

A aceleradora de startups nova-iorquina ‘Games for Change (G4C) Accelerator’, com uma comissão julgadora formada por especialistas em mercado de games, participará do evento para seleção e avaliação de projetos.

Aberta para o público em geral, a São Paulo Play Week é voltada especialmente a estudantes do Ensino Médio, Técnico, Superior e aprendizes em projetos do Terceiro Setor, assim como seus professores, mentores e mediadores culturais.

 

ECA recebe o VI Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

https://www3.eca.usp.br/eventos/eca-recebe-o-vi-f-rum-acad-mico-de-estudos-l-dicos

Evento tem como objetivo o estudo da ludicidade aplicada à educação, de maneira transdisciplinar

Brincar também é uma forma de aprender uma infinidade de coisas. É a partir dessa premissa que o VI Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (FAEL) realizará um encontro entre os dias 28 e 30 de novembro, no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão (CTR).

O FAEL é promovido pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (REBEL) e é um encontro aberto aos interessados no lúdico como trabalho e cultura. Promove a troca de experiências de desenvolvimento, pesquisa e mercado. O FAEL inclui o Concurso Rebeldias, com exposição de brinquedos, quadrinhos, jogos de sociedade e jogos digitais, bem como apresentações artísticas e oficinas. Além disso, conta com sessões técnicas, oficinas e muitas outras atividades científicas, culturais e de negócios relacionadas ao lúdico.

Para participar é necessário realizar a pré-inscrição neste link, até o dia 26 de novembro. No mesmo endereço é possível conferir a programação completa.

O evento é gratuito e tem coordenação dos professores Gilson Schwartz (CTR) e Ernane Guimarães.

 

“São Paulo Play Week”, que começa dia 28, terá Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

Por admin | novembro 18, 2019 | Eventos, games, Valor Agregado

“São Paulo Play Week”, que começa dia 28, terá Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

Um dos principais destaques da “São Paulo Play Week”, maior evento brasileiro voltado à criação de games, jogos e brinquedos de impactos social e pessoal transformadores, que será realizada de 28 de novembro a 8 de dezembro, no Campus Butantã da Universidade de São Paulo USP), será o 6º Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (FAEL), que acontece nos dias 28, 29 e 30.

Organizado pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (REBEL), o fórum trará a apresentação de trabalhos acadêmicos na área de jogos digitais e sociais, ficção, entretenimento e humor. Além disso, haverá uma exposição de produtos lúdicos selecionados pela comissão organizadora.

“Será um encontro aberto aos interessados no lúdico como trabalho e cultura, onde promovemos a troca de experiência de desenvolvimento, pesquisa e mercado”, explica Ernane Guimarães Neto, presidente da REBEL, criada em 2016, sem fins lucrativos, justamente com o objetivo de fomentar o debate, ampliar o conhecimento, qualificar a produção de jogos e prestigiar os profissionais dessa área transdisciplinar e colaborativa.

Prorrogado prazo para submissão de trabalhos para Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

https://ufop.br/noticias/oportunidade/prorrogado-prazo-para-submissao-de-trabalhos-para-forum-academico-de-estudos

Criado por Iris Ventura em ter, 10/09/2019

O Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (Fael) é um evento anual que reúne pesquisadores, alunos e profissionais em oficinas, palestras interdisciplinares, exposições de jogos e brinquedos, torneios e outras atividades.

Como parte do Fael, o Concurso Rebeldia é um espaço para divulgação, exposição e teste de produtos lúdicos voltados para produções acadêmicas, da indústria, ou mesmo iniciativas independentes, nas modalidades: brinquedos, histórias em quadrinhos, jogos digitais e jogos de sociedade. As melhores criações de cada categoria recebem prêmios.

Pesquisadores de todos os níveis e criadores de jogos e outras manifestações lúdicas podem submeter seus trabalhos até 30 de setembro, gratuitamente, pelo site da Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (Rebel).

Os trabalhos selecionados serão apresentados no VI Fael, que acontece de 28 a 30 de novembro de 2019, no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

O edital completo e outras informações estão disponíveis no site da Rebel.

 

 

Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos abre edital para o VI FAEL

Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos abre edital para o VI FAEL

09/08/2019 Luiz Silva

Cada qual com seu audiovisual

•2019/09/27 • Deixe um Comentário
Cada meio de comunicação tem seu próprio potencial e seu próprio uso convencionado pela sociedade (que nem sempre usa bem esse potencial, como discutia V. Flusser). Nesta semana debati o assunto com os concluintes do curso de Jogos Digitais da Faculdade Méliès enquanto testemunhava formas de produção audiovisual muito diversas:
 
Ainda na semana passada, compartilhei um vídeo que mostra um pouco de minha pesquisa de doutorado, em especial o jogo colaborativo Purposyum, que ajudei a criar. Foi editado pelo Diego Machado, numa abordagem mais aberta à divulgação científica:
 
 
Na segunda-feira, Pá Falcão e eu tivemos o *webinar* sobre o curso Gamification fora da Caixa. “Webinar” é outro meio, né? Uma transmissão ao vivo com interação (limitada, mas real) do ouvinte.
 
 
Terça-feira, a gravação do podcast Meliantes, na faculdade onde leciono. Ágeis, os produtores já a publicaram (não sei se a edição ficou boa, pois cansa ouvir a própria voz!)
 
 
 
Na quinta-feira, divulgando o FAEL e o Concurso Rebeldias, conheci melhor o trabalho da webradio Conectados.
 
 
Um trabalho colaborativo e focado na comunidade, mas também uma rádio com a agilidade dos programas ao vivo. Obrigado ao programa MadeByte por divulgar nosso evento! Eles transmitem também em vídeo:
 
 
Portanto:
Vídeo de divulgação científica,
teleconferência,
podcast,
webrádio no aplicativo
ou via transmissão na rede social:
cada meio tem sua serventia, nossa missão é usar de acordo.
 
Este, por exemplo, claramente não é um texto para Facebook (muito longo, você nem leu). Posto aqui e depois colo no meu sítio… lá que é lugar de memória congelada, um “querido diário” público e com função de busca.
Meliantes08

O que você busca quando busca “e ou é”?

•2019/09/26 • Deixe um Comentário

Ano após ano, a principal razão para muita gente chegar aqui são as buscas por “e ou é”.

Não são buscas por “Final Fantasy VII” nem “alegoria”, como eu imaginaria. São buscas que levam ao pedante “E/ou é ou, o Ernane é um terror” (https://alegoriadigital.wordpress.com/2011/03/04/queime-minha-lingua-eou-e-ou/).

Se você achou esse site por uma busca dessas, talvez tenha ficado decepcionado que meu post mais popular seja sobre como escrever o operador lógico “ou inclusivo”.

Você estava pensando em como pronunciar a letra “e” em alguma palavra? (ortoépia)

Você queria acentuar uma palavra? (para ortografia eu apelo para a autoridade do VOLP, facilita para não se perder em discussões intermináveis)

Provavelmente sua dúvida não é entre o verbo “ser” e a conjunção “e”, é? (sintaxe)

Responde nos comentários…

O que andamos fazendo? (resposta: jogo e alegoria)

•2019/09/18 • Deixe um Comentário

 

 

A brincadeira de apresentar em vídeo sua pesquisa científica foi proposta pela USP e abraçada por este aluno de doutorado. A pesquisa ainda está começando, mas esse jogo (e o vídeo produzido pelo Diego Machado, tudo baseado no projeto coordenado pelo professor Gilson Schwartz)) foi mais um belo produto!

 

O tempo parou ou passou?

•2019/04/07 • Deixe um Comentário
Patinho2019

O pato desde então passou a ver construções absurdas em seu horizonte; além disso, frequentemente é confundido com eleitores de Aécio etc.

Sim, recuperamos os vídeos da série Poemalia!

(veja os atalhos abaixo)

São vídeos de 2012, a partir de textos do meu primeiro livro, Caprichos de dores (São Paulo: Massao Ohno, 1998).

Vejo que esta página internética completou nove anos e não sei se o tempo parou ou passou. Sei que os anos de ouro foram os três primeiros, especialmente 2011 e 2012, quando se produziu a maior parte do que aqui está. Nossa Alegoria Digital visou até mesmo um papel jornalístico. Depois veio a fase dos comentários esparsos, tentando manter a dignidade da página perante algum parente que ainda estivesse olhando. Agora vivemos a fase de constatar, ano após ano, que meu texto “E/ou é ou” (https://alegoriadigital.wordpress.com/2011/03/04/queime-minha-lingua-eou-e-ou/) continua a ser o mais clicado. É curioso porque as buscas que levam a ele continuam parecendo dúvidas ortográficas (“e ou é”, “quando usar e ou é”). Se você só queria acentuar uma palavra, obrigado por clicar mesmo assim!
É neste clima de releitura, em espiral cada vez mais profunda deste mesmo material, que convido os amigos a rever arquivos que estavam perdidos (e cujos atalhos precisam ser consertados em outras páginas, tarefa sem fim dos caseiros de sítios virtuais).

Ei-los, podem rir à vontade… de mim, é claro, mas talvez de nós todos.

O Poste

De Pressão

O Patinho Vulgar

O futuro vendendo toalhas

Sobre Armgohr

Nossas fantasias de Carnaval

•2018/02/09 • Deixe um Comentário

Não pegar as estradas cheias e aproveitar o Carnaval na cidade é uma excelente opção que tenho escolhido em São Paulo repetidamente desde 2015 e, como noticiado (https://guia.folha.uol.com.br/passeios/2018/02/de-punk-a-sertanejo-escolha-entre-55-blocos-de-carnaval-em-sp-para-cair-na-folia.shtml), tem batido recordes.

Mas é claro que o que se deve registrar no florescimento do Carnaval de rua é a evolução em civilidade, com a mistura de culturas e classes bem proporcionada pelos “bloquinhos” paulistanos.

Espero que em 2019 não digam que “agora virou carne de vaca” ou “perdeu de vez sua essência”. Um dos maiores trunfos da cultura brasileira é a fusão; a confusão carnavalesca desta cidade crossover gera conflito no burburinho, mas também gera novidades geniais.

BaileCarnavalOficina

Às vezes os amigos são fantasia suficiente

Eu achei que estivesse fantasiado, mas ninguém percebeu

Parabéns a quem veste fantasias sofisticadas – vestidos de noiva, chapéus de desfile, sapatos desconfortáveis. Neste caso, a dica é para quem quer pular o Carnaval e só tem roupas comuns.

O roteiro de fantasias toscas começa agora (eu fiz algo parecido e recomendo):

Nome do bloco – fantasia – comentário

Bloco Tarado Ni VocêMoacyr, o índio que vendeu favores para traficantes fluviais – pintura de índio é fácil e fica bem evitando boca e nariz. Porém você não quer ser um estereótipo! Meta uma camisa de time internacional e diga que foi presente do patrón: é uma personagem, não um clichê.

Bloco Casa ComigoBandeirante, Mateiro ou Conquistador – bloco mais popular precisa somente de uma espada ou uma bainha! Improvise uma, ponha seu capacete mais caipira [qualquer chapéu que não seja boné], bermudão e aquela camisa de pirata que você não usa.

20160131HNBloco EsfarrapadoFantasma – O movimento de “ocupar a rua” a que nos acostumamos em São Paulo merece ser celebrado com o bloco antigo e combina com uma caveira barata, um corpse paint de leve.

Na falta de Bloco Soviético, em qualquer momento que quiser aproveitar a festa para lembrar a necessária política – Foices e martelos no rosto – Devem ajudar a chamar os paneleiros para a folia! Se eles souberem brincar.

Aos amigos que me levaram às ruas e não me deixaram passar vergonha sozinho:

“We Are Your Friends”, de  Justice Vs Simian (https://www.youtube.com/watch?v=L0TvnWRSyr4)